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Será o fim das baleias?

Conseguiremos impedir a extinção em massa?

O Life Animal acaba de assinar uma petição urgente global de apoio de um novo tratado para evitar a extinção em massa. A petição será entregue sexta-feira às negociações da ONU no Japão – confira o e-mail abaixo e assinar aqui:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/98.php?CLICKTF

Caros amigos, Hoje existem apenas 300 baleias francas do atlântico norte e 99% das baleias azuis já foram eliminadas. Estes majestosos gigantes estão ameaçadas de extinção e seu caso está sendo usado como exemplo repetidamente. Mas na realidade, um terço de todas as formas de vida no planeta estão à beira da extinção. O mundo natural está sendo esmagado pela atividade humana, poluição e exploração. Mas existe um plano para salvá-lo – um acordo mundial para criar, financiar e implementar áreas protegidas cobrindo 20% das nossas terras e mares até 2020. Agora mesmo, 193 governos estão reunidos no Japão para enfrentar esta crise.

Nós só temos 3 dias até o fim desta reunião crucial. Especialistas dizem que os políticos estão hesitantes em adotar um objetivo tão ambicioso, mas que um clamor público mundial poderá fazer a diferença, mostrando aos governantes que os olhos do mundo estão sobre eles. Clique para assinar a petição urgente e encaminhe este email amplamente – a mensagem será entregue diretamente para a reunião no Japão:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/98.php?CLICKTF

Ironicamente 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade. Os nossos governos já deveriam estar caminhando para “uma redução significativa da taxa atual da perda da biodiversidade”. Eles falharam repetidamente, cedendo para a indústria e trocando assim a proteção das espécies por lucros limitados. Nossos animais, plantas, oceanos, florestas, solos e rios estão sufocando sob fardos imensos de super-exploração e outras pressões.

Os seres humanos são a principal causa desta destruição. Mas podemos reverter a situação – já salvamos espécies da extinção antes. As causas do declínio da biodiversidade são vastas e salvá-la vai exigir uma guinada das promessas vagas, sem clareza de quem financia a proteção, para um plano ousado, com fiscalização rigorosa e financiamento sério. O plano de 20/20 é justamente isto: os governos serão forçados a executar programas rigorosos para garantir que 20% das nossas terras sejam protegidas até 2020, e para isso aumentar drasticamente o financiamento.

Tem que ser agora. Em todo o mundo o quadro está cada vez mais sombrio – há apenas 3.200 tigres na natureza, os peixes dos oceanos estão se esgotando e nós estamos perdendo fontes de alimentos ricos para a monocultura. A natureza é resistente, mas temos que prover espaços seguros para ela se recuperar. É por isso que esta reunião é fundamental – é um momento decisivo para acelerar ações baseadas em compromissos claros para proteger nossos recursos naturais.

Se os nossos governos sentirem a pressão esmagadora do público para serem corajosos nós podemos convencê-los a aderirem ao plano de 20/20 nesta reunião. Mas para isto vamos precisar que cada um de nós que está recebendo esta mensagem, faça-a ecoar até chegar na convenção no Japão. Assine esta petição urgente abaixo e depois encaminhe-a amplamente:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/98.php?CLICKTF

Este ano os membros da Avaaz tiveram um papel fundamental na proteção dos elefantes, defendendo a proibição da caça às baleias, e garantindo a maior Reserva Marinha do mundo nas Ilhas Chagos. Nossa comunidade tem mostrado que podemos definir objectivos ambiciosos – e vencer. Esta campanha é a próxima etapa na batalha essencial para criar o mundo que a maioria de nós em todos os lugares querem – onde os recursos naturais e das espécies são valorizados e o nosso planeta está protegido para as futuras gerações.


Com esperança,

Avaaz.org

Life Animal

“O mundo de todos. Todos pelo mundo”

O Uirapuru

O Uirapuru-verdadeiro (Cyphorhinus aradus ou Cyphorhinus modulator) pertence ao reino Animália. É um pássaro encontrado em quase toda a Amazônia, incluindo Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil (exceto alto Rio Negro e região oriental do rio Tapajós).

Seu habitat é localmente comum no estrato inferior de florestas úmidas, principalmente na terra firme, mas também em florestas de várzea.

Tem uma plumagem simples, pardo-avermelhada com desenhos brancos pintados de preto em cada lado da cabeça, garganta e peito vermelho-vivo, que não condiz com a exuberância do canto, de grande beleza. Têm bico forte, pés grandes e, às vezes, nos lados da cabeça, um desenho branco.

É conhecido também como Uiramirú, Guirapuru, Arapuru, Irapurá, Tangará, Atangaratinga, Rendeira, Pássaro-de-fandango, Dançarino-de-cauda-cinzenta, Corneta e Realejo. Pesa cerca de 20 g, tem 12,5 cm de comprimento e 20 cm de envergadura. Come frutas e insetos e é conhecido pelo canto excepcionalmente belo, que lembra uma flauta.

Anda solitário ou em casais. Seus vôos são curtos e sussurrantes, em vaivéns, numa área limitada. Seus ninhos redondos são difíceis de serem observados, pois costumam ficar entre as folhagens. Para fabricação de seu ninho, ele utiliza pequenas raízes e folhas finas que retira da floresta. Sua alimentação é composta de pequenos frutos, insetos e aranhas.

Alimenta-se com frutas, mas, principalmente insetos. Após uma época de seca e logo que começa a chover, as formigas taocas saem de seus formigueiros e atacam todos os pequenos seres que encontram. Isso gera uma movimentação desesperada de vários seres na floresta, chamando a atenção de vários pássaros, inclusive o Uirapuru. É um banquete para todos os pássaros que comem formigas. Enquanto os outros comem, o Uirapuru canta. O seu canto, curto e forte, demonstra que ele está dominando o território.

Segundo a lenda, o Uirapuru atrai bandos de aves com a sua bela melodia e todos os outros pássaros param de cantar para ouvi-lo. Na realidade, junta-se a bandos de aves em busca de alimentos e, quando começa a chover após uma longa seca e as formigas taocas saem de seus formigueiros para atacar outros insetos, o uirapuru canta enquanto outros pássaros comem. Canta cerca de quinze dias por ano, 10 a 15 minutos ao amanhecer e ao anoitecer, na época da construção do ninho.

Existem várias outras espécies também conhecidas como Uirapuru. Cada um deles com seu canto característico, mas nenhum se iguala ao Uirapuru-verdadeiro.

Há também diversas lendas, podemos citar algumas como:

“Um jovem guerreiro apaixonou-se pela esposa do grande cacique. Como não poderia se aproximar dela, pediu a Tupã que o transformasse em um pássaro. Tupã transformou – o em um pássaro vermelha telha, que à noite cantava para sua amada. Porém foi o cacique que notou seu canto. Ficou tão fascinado que perseguiu o pássaro para prendê-lo. O Uirapuru voou para a floresta e o cacique se perdeu. À noite, o Uirapuru voltou e cantou para sua amada. Canta sempre, esperando que um dia ela descubra o seu canto e o seu encanto. É por isso que o Uirapuru é considerado um amuleto destinado a proporcionar felicidade nos negócios e no amor”.

“Reis e rainhas cobiçam uma pena ou um pedaço do ninho do uirapuru, tido como precioso talismã. O homem que tiver uma pena, diz a lenda, será irresistível às mulheres e terá sorte nos negócios. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá o amado fiel e apaixonado por toda a vida. O felizardo que ouvir o canto deve fazer um pedido e este será prontamente realizado”.

Seu estado de conservação ainda é pouco preocupante, mas isso não significa que não devemos nos preocupar com a espécie, assim como todas, são muito importantes para nós e para o meio-ambiente.

Ouça o canto do Uirapuru:

LIFE ANIMAL E VOCÊ!

JUNTOS, NA LUTA A FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA E POR UM MUNDO MELHOR.

Kauana Galindo.

DIGA – NÃO AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES!

O comércio ilegal de animais silvestres é a terceira atividade clandestina que mais movimenta dinheiro sujo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas.

O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido a sua imensa diversidade de peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios e outros.

As condições de transporte são péssimas. Muitos morrem antes de chegar ao seu destino final.
Filhotes são retirados das matas, atravessam as fronteiras escondidos nas bagagens de contrabandistas para serem vendidos como mercadoria

Todos os anos mais de 38 milhões de animais selvagens são retirados ilegalmente de seu hábitat no país, sendo 40% exportados, segundo relatório da Polícia Federal.

O tráfico interno é praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus e viajantes. Já o esquema internacional, envolve grande número de pessoas.

Os animais são capturados ou caçados no Norte, Nordeste e Pantanal, geralmente por pessoas muito pobres, passam por vários intermediários e são vendidos principalmente no eixo Rio-São Paulo ou exportados.

Os animais são traficados para pet shops, colecionadores particulares (priorizam espécies raras e ameaçadas de extinção!) e para fins científicos (cobras, sapos, aranhas…).

Com o desmatamento, muitas espécies entraram para a lista de animais ameaçados de extinção, principalmente na Mata Atlântica. Saiba mais, procure na internet ou qualquer outro meio de informação: O MMA, o IBAMA, SOS FAUNA ou a CITIES – Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção.

Não compre animais silvestres. Ter espécie nativa em cativeiro, sem comprovação da origem do animal, é crime previsto em lei.
Cada indivíduo capturado faz falta ao ambiente e também os descendentes que ele deixa de ter.
Também não compre artesanatos feitos com partes de animais, como penas coloridas.

Seja vigilante. Se presenciar a venda na feira livre ou depósito de tráfico, avise a polícia. Informe dados precisos da ocorrência.
Denúncias ao IBAMA através da Linha Verde Tel. 0800 61 8080.
Se te oferecem um animal na beira da estrada, não compre e repreenda o vendedor dizendo que isso é crime e que ele procure outra atividade que não lhe cause problemas com a lei.

Os pássaros nascem para ser livres e não presos ao stress e tédio do restrito espaço de uma gaiola. Afinal para que foram feitas as asas dos pássaros ?

O animal que vive preso, perde a capacidade de sobreviver e se defender sozinho e não pode ser solto na natureza sem o acompanhamento de um especialista.

Quando decidir ter um animal de estimação, lembre-se que existem milhares de cães e gatos abandonados aguardando a chance de uma adoção. Consulte a prefeitura da sua cidade ou entidades de proteção animal.

Somente a conscientização da população poderá desestimular este comércio ilegal e proteger o direito à vida e liberdade dos animais.

Vamos combater o tráfico de animais silvestres!

“Se ninguém compra, ninguém vende, ninguém caça.”

Denuncie o comércio ilegal de animais silvestres!

Linha Verde 0800 61 8080

LIFE ANIMAL’S E VOCÊ! JUNTOS, NA LUTA A FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA E POR UM MUNDO MELHOR.

“O MUNDO DE TODOS. TODOS PELO MUNDO.”

Kauana Galindo.

Apoio!

O Life Animal apoia essa causa. Faça parte você também!

Life Animal e você.

Juntos, na luta a favor da sobrevivência e por um mundo melhor!


Kauana Galindo.

Arara Spix (Cyanopsitta Spixii)

Em extinção.

Esta pequena ave Arara Spix ou Ararinha Azul é um dos membros da família dos Psitaeídeos menos espalhados pelo território brasileiro. É encontrada no sul do Piauí e em pequena parte do noroeste da Bahia. A Arara Spix tem o tamanho de um papagaio médio e uma cauda longa.  Sua plumagem, azul mais escuro no dorso, asas e cauda, é muito procurada para enfeitar cocares, flechas e outros artigos indígenas. A cabeça apresenta tons acinzentados, os olhos são amarelos, e o bico, a parte nua da cara e os pés são pretos.

É uma ave bastante rara e pouco se sabe sobre seus hábitos, parecendo que, como as outras Araras, faz o ninho no oco das palmeiras. Seus ovos, difíceis de encontrar, medem aproximadamente 35 mm de diâmetro. Apesar das dificuldades, em São Paulo, já se conseguiu sua reprodução em cativeiro para preservação da espécie para estudo de seus hábitos.Em cativeiro, vive aproximadamente 35 anos.

Em Março deste ano, nasceu na Espanha o filhote da Arara Spix,  já ameaçada de extinção, uma vitória ambiental para esta ave extinta em seu habitat natural, a caatinga brasileira, da qual só existem 73 exemplares no mundo.

A ave pertence ao governo do Brasil que encomendou há 20 anos à ONG Loro Parque Fundación o projeto específico de recuperação da Arara de Spix, no qual o centro radicado na ilha espanhola de Tenerife investiu mais de US$ 720 mil. Como resultado, já conta com oito exemplares.

Rafael Zamora, biólogo do Departamento de Conservação do centro, explicou que a Loro Parque Fundación é a maior reserva genética do mundo de psitácidas (papagaios, araras, periquitos, cacatuas, papagaios e periquitos), com um criadouro único com mais de 4,1 mil aves.

Por ano, no centro nascem 1,5 mil pássaros. Para o biólogo, o mais importante é que o centro representa um marco à reprodução de espécies extintas no ambiente natural.

É o caso da arara Spix,  extinta desde 2000 na caatinga brasileira, uma floresta primitiva de clima árido.

Curiosamente, o último exemplar em liberdade desapareceu pouco tempo após ser descoberta a espécie, devido às capturas.

Foi então que o governo brasileiro encomendou a Loro Parque Fundación a recuperação da espécie, pois o centro tinha tido sucesso na reprodução de outras aves e em seu país de origem havia casais em cativeiro que não conseguiam se reproduzir.

O Brasil realizou a troca de exemplares na ilha, também em cativeiro, e há 14 anos nasceu a primeira Arara Spix em Tenerife, uma fêmea que agora é a mãe do filhote.

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.Kauana Galindo.

Direito de viver. Direito à vida!

 

Realmente é muito triste saber que atrocidades com animais ocorrem a todo o momento. É por isso que o Life Animal foi criado. Para conscientizar as pessoas e orientá-las a denunciar esse tipo de atitude. E a melhor forma para isso é divulgar a todos os seus contatos sobre a realidade. Quando as pessoas tomam conhecimento das crueldades a que são submetidos os animais, seja para a indústria de vestuário, seja na cosmética, no entretenimento ou para a alimentação do ser humano, acaba por tomar atitudes em prol dos animais, deixando antigos hábitos de lado. Conscientização é a chave de tudo! É a melhor maneira de combater os crimes contra animais.

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. O decreto 24645/34 (Decreto de Getúlio Vargas) determina quais atitudes podem ser consideradas como maus-tratos.

Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. Ameaça de envenenamentos, bem como envenenamentos de animais, também podem e devem ser denunciados.

 

 

 

Exemplos de Maus-Tratos

– Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;

 – Manter preso permanentemente em correntes;

 – Manter em locais pequenos e anti-higiênicos;

– Não abrigar do sol, da chuva e do frio;

– Deixar sem ventilação ou luz solar;

– Não dar água e comida diariamente;

– Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;

– Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;

– Capturar animais silvestres;

– Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;

– Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc.

 

Crueldade e Maus-Tratos em Programas de TV 

Se você viu uma cena de maus-tratos, incentivo ou apologia à crueldade com animais em um programa de TV, Não fique quieto! DENUNCIE à Ética na TV – “Quem financia a Baixaria é Contra a Cidadania”.

Ética na TV: www.eticanatv.org.br 

 

Crueldade e Maus-Tratos Crimes na Internet

 Sites, comunidades e perfis que incitem ou façam apologia aos maus tratos com animais é crime:

– Incitação a Crime – Art 286 do Código Penal

– Apologia de Crime ou de Criminoso – Art. 287 do Código Penal

 

Lei Federal 9.605/98 – Crimes Ambientais

Art. 32º

Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos;

Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

 

Como Denunciar

01) Certifique-se que a denúncia é verdadeira. Falsa denúncia é crime conforme artigo 340 do Código Penal Brasileiro.

02) Tendo certeza que a denúncia procede, tente enquadrar o “crime” em uma das leis de crimes ambientais.

03) Neste momento, você pode elaborar uma carta explicando a infração ao próprio infrator e dando um prazo para que a situação seja regularizada. Se for situação flagrante ou emergência chame o 190. 

O que deve conter a carta:

– A data e o local do fato

– Relato do que você presenciou

– O nº da lei e o inciso que descreva a infração

– Prazo para que seja providenciada a mudança no tratamento do animal, sob pena de você ir à  delegacia para denunciar a pessoa responsável

Ao discar para o 190 diga exatamente: – Meu nome é “XXXXX” e eu preciso de uma viatura no endereço “XXXXX” porque está ocorrendo um crime neste exato momento.

Provavelmente você será questionado sobre detalhes do crime, diga: – Trata-se de um crime ambiental, pois “um(a) senhor(a)” está infringindo a lei “XXXXX” e é necessária a presença de uma viatura com urgência.

05) Sua próxima preocupação é com a preservação das provas e envolvidos. Se possível não seja notado até a chegada da polícia, pois um flagrante tem muito mais validade perante processos judiciais. 

06) Ao chegar a viatura, apresente-se com calma e muita educação. Lembre-se: O Policial está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais.

07) Neste momento você deverá esclarecer ao policial como ficou sabendo dos fatos (denúncia anônima ou não), citar qual lei o(a) senhor(a) está infringindo e entregar uma cópia da lei ao policial.

08) Após isso, seu papel é atuar junto ao policial e conduzir todos à delegacia mais próxima para a elaboração do TC (Termo Circunstanciado).

09) Ao chegar à delegacia apresente-se calma e educadamente ao Delegado. Lembre-se: O Delegado de Polícia está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais. 

10) Conte detalhadamente tudo o que aconteceu, como ficou sabendo, o que você averiguou pessoalmente, a chegada da viatura e o desenrolar dos fatos até aquele momento. Cite a(s) lei(s) infringida(s) e entregue uma cópia ao Delegado (Isso é muito importante).

 11) No caso de animais mortos ou provas materiais é necessário encaminhar para algum Hospital Veterinário ou Instituto Responsável e solicitar laudo técnico sobre a causa da morte, por exemplo. Peça isso ao Delegado durante a elaboração do TC.

 12) Todo esse procedimento pode levar horas na delegacia. Mas é o primeiro passo para a aplicação das leis e depende exclusivamente da sociedade. Depende de nós! 

13) Nuca esqueça de andar com cópias das leis (imprima várias cópias). Consulte no link – Consulte Aqui. (Site PEA http://www.pea.org.br)

14) Siga exatamente esse roteiro ao chamar uma viatura e tenha certeza que o assunto será devidamente encaminhado. 

15) Se a Polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil e informe o que os policiais  disseram quando se negaram a  atender. Mencione a Lei 9605/98

 

Lembre-se 

01) Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater transgressões.

02) Obtenha o maior número de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho.

03) Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.

04) Peça sempre cópia ou número do TC e acompanhe o processo.

05) É extremamente importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça.

06) Não tenha medo de denunciar. Você figura apenas como testemunha do caso. Quem denuncia, na prática, é o Estado.

 

Contatos 

– IBAMA – Linha Verde: 0800 61 80 80

 – Disque Meio Ambiente: 0800 11 35 60

– Corpo de Bombeiro: 193

– Polícia Militar: 190

– Ministério da Justiça: www.mj.gov.br

São Paulo 

– Disque-Denúncia

  181 (ligações gratuitas disponíveis para moradores da Grande São Paulo)

  (11) 3272-7373 (disponível para quem mora em qualquer localidade do Estado)

– Ministério Público – SP

   www.mp.sp.gov.br / comunicacao@mp.sp.gov.br / meioamb@mp.sp.gov.br

   (11) 3119-9015 / 9016 / R. Riachuelo, 115 – Centro – SP

– Promotoria de Justiça do Meio Ambiente

   (11) 3119-9102 / 9103 / 9800

– Corregedoria da Polícia Civil

   (11) 3258-4711 / 3231-5536 / 3231-1775   /  R. da Consolação, 2.333 – Centro – SP

– Corregedoria da Polícia Militar: 0800 770 6190

– Secretaria de Segurança Pública: www.ssp.sp.gov.br 

– Polícia Militar Ambiental: www.polmil.sp.gov.br  

– PMSP – Comando de Policiamento Ambiental – Efetivo: 2244
(11) 5082-3330 / 5008-2396 / 2397-2374 

– Delegacia do Meio Ambiente: (11) 3214-6553

– Ouvidoria da Polícia: 0800-177070 / www.ouvidoria-policia.sp.gov.br

– Prefeitura de São Paulo: http://sac.prodam.sp.gov.br

– Superintendência do Ibama: (11) 3066-2633 / (11) 3066-2675

– Ouvidoria Geral do Ibama:

   (11) 3066-2638 / 3066-2638 / (11) 3066-2635 / lverde.sp@ibama.gov.br
 

Distrito Federal 

– ProAnima: (61) 3032-3583

– Delegacia do Meio Ambiente da Polícia Civil: (61) 3234-5481

– Gerência de Apreensão de Animais: (61) 3301-4952

– Ministério Público: (61) 3343-9416

 

Rio de Janeiro 

– Ministério Público: (21) 2261-9954 

 

Não questione. Quem acredita, faz!

 

“O MUNDO DE TODOS.

TODOS PELO MUNDO.”

 

 

LIFE ANIMAL E VOCÊ!

JUNTOS, NA LUTA A FAVOR DA SOBREVIVÊNCIA E POR UM MUNDO MELHOR.

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Kauana Galindo.

Plantas Carnívoras

Plantas carnívoras são plantas com a habilidade de capturar animais e, através de enzimas digestivas, extrair compostos nitrogenados para seu próprio aproveitamento. São normalmente habitantes de solos pobres e encharcados, com pouca disponibilidade de nitratos (essenciais para a síntese da molécula de clorofila), dependendo assim do nitrogênio contido nas proteínas dos animais.

Algumas das plantas carnívoras têm uma arma super poderosa na caça aos insetos: o perfume do seu néctar. Quando um inseto é atraído pelo perfume e se aproxima, a flor aprisiona o alimento com gotas de uma substância gosmenta.

Outras espécies de plantas carnívoras atraem insetos pelo brilho dessas substâncias. Há ainda aquelas mais ousadas, que fecham suas pétalas com grande rapidez, engolindo os pequenos bichos como se  “fechasse uma bocona”. 

Existem quatro famílias principais de plantas carnívoras:

Sarraceniaceae

Nepenthaceae

Droseraceae

Lentibulariaceae

Elas são extremamente distintas entre si com respeito às estruturas reprodutivas, o que indica que podem ter evoluído paralelamente, e que sua habilidade de capturar e digerir seja uma convergência evolutiva. Entretanto, algumas estratégias de captura são similares, como nos animais.

Veja também:

 

 

Kauana Galindo.

PANTANAL – Vida selvagem e preservação

Tucano-bicudo

A imensidão do Pantanal impressiona. Sua área corresponde aos territórios de Portugal, Holanda, Bélgica e Suiça juntos. É terra que não acaba mais. Ou melhor, terra, água, aves, jacarés, capivaras, piranhas, dourados, pintados, plantas aquáticas e terrestres. Esse verdadeiro paraíso natural está localizado bem no coração do Brasil, nos Estados de Mato Grosso do Sul. No Pantanal, a vida selvagem está por toda a parte.

Aberto e cheio de luz, o Pantanal Mato-Grossense é o reino das águas. Ele é bastante diferente da Mata Atlântica e da Floresta Amazônica, que são matas fechadas, onde bichos se escondem.

No Pantanal, os animais estão por toda a parte, uma riqueza sem igual no mundo. É o paraíso dos pescadores e turistas em uma área de 250 mil quilômetros quadrados nos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O Pantanal é uma planície, ou seja, uma extensão de terras planas e de baixa altitude, no máximo 200 metros. Ao seu redor, porém, há várias serras que formam uma espécie de barreira em toda a região. Ao contrário do que muita gente pensa, o nome não tem nada a ver com pântano, que é uma área de água parada e suja. No Pantanal, a água é limpa.

Nas cheias, mais de 100 mil quilômetros quadrados de terras ficam alagados por meses a fio.

Apesar de ficar em uma área de clima seco, onde pouco chove, parte do Pantanal fica sob a água quase metade do ano. A rede hidrográfica, fomada pelo rio Paraguai e seus mais de 100 afluentes, e o relevo plano são os responsáveis pela inundações periódicas. Na planície, a água da chuva não tem por onde escoar e os rios transbordam, cobrindo as terras.

A paisagem pantaneira é composta de partes mais altas, nunca atingidas pela água, chamadas cordilheiras; e de baías, regiões quase sempre alagadas. Há também as vazantes, que são escoadouros naturais da água na época das cheias; e os corixos, pequenos cursos fluviais permanentes entre as baías.

No final da tarde, milhares de aves recolhem-se nas árvores para dormir. Esta é uma das cenas mais impressionantes do Pantanal.

O próprio símbolo da região é um pássaro chamado tuiuiú. A incrível variedade de cores e formas dos pássaros pode ser admirada nas árvores ou ás margens dos rios. São nada menos do que 650 espécies diferentes.
Entre elas, o tucano-bicudo, o pica-pai branco-branco, o biguá, a garça-branca e muito mais. Também existem diversas aves caçadoras no Pantanal, como por exemplo, o carcará, que vive em regiões abertas e come de tudo, desde frutas e grãos, insetos, aranhas e minhocas, até cobras e aves domésticas.

Tuiuiú

Cervo-do-pantanal

Jacaré-do-papo-amarelo

A flora, com predominância típica de plantas de brejo, tem em sua constituição espécies como: buriti, manduvi e carandá. Nesse ecossistema também é possível observar a caracterização entremeada da vegetação de cerrado, campos e florestas.

Contudo, nos últimos 20 anos, essa riqueza biológica natural tem sido ameaçada pela crescente expansão agrícola e urbana.
Devido aos processos erosivos provocados pela agricultura e pela ocupação urbana desordenada, principalmente em área que legalmente deveria ser preservada, temos hoje um quadro degradante de poluição, atingindo as nascentes e comprometendo a existência de animais e vegetais. Bem como a contaminação do solo pelo uso de agrotóxicos utilizados na agricultura.

Outra questão importante, com relação à manutenção desse bioma, trata-se da construção de hidrovias. Essas vias de transporte fluvial, severamente criticadas por ecologistas e também por algumas ONGs, evidenciam os impactos ambientais provocados pela derrubada da mata ciliar e o assoreamento dos rios, afetando a fauna lacustre e terrestre.


Kauana Galindo.

Instituições Ambientais Oficiais Nacionais

 

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA
http://www.ibama.gov.br/

MMA – Ministério do Meio Ambiente
http://www.mma.gov.br/

MIN – Ministério da Integração Naciomal
http://www.integração.gov.br

MCT – Ministério de Ciências e Tecnologias
http://www.mct.gov.br

ANA – Agência Nacional de Águas
http://www.ana.gov.br

ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
http://www.aneel.gov.br/

CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente
http://www.mma.gov.br/port/conama/index.html

ABES – Associação Brasileira de Engenharia Ambiental
http://www.abes-dn.org.br

Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul
http://www.camara.gov.br/mercosul

IBGE – Instituto de Geografia e Estatística
http://www.ibge.gov.br

Companhia Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB
http://www.rio.rj.gov.br/comlurb/

FEEMA – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente
http://www.feema.rj.gov.br/

Fundação RIOZOO
http://www.rio.rj.gov.br/riozoo/entrada.htm

Fundação SERLA
http://www.serla.rj.gov.br/

Geo-Rio – Prefeitura do RJ
http://www.rio.rj.gov.br/georio/abert.htm

IEF – Fundação Instituto Estadual de Florestas
http://www.ief.rj.gov.br/

RIO-ÁGUAS – Fundação Instituto das Águas do Município do RJ
http://www.rio.rj.gov.br/rioaguas/entrada.html

Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
http://www.semads.rj.gov.br/pagina1.htm

Secretaria Municipal de Meio Ambiente – RJ
http://www.rio.rj.gov.br/smac/frameprincipal.htm

CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental
http://www.cetesb.sp.gov.br/

Secretaria Estadual de Meio Ambiente
http://www.ambiente.sp.gov.br

Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, Saneamento e Obras
http://www.recursoshidricos.sp.gov.br

Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo
http://www.sabesp.com.br

 

 

Kauana Galindo.

Animal – S.O.S.

O Ministério do Meio Ambiente, quando o Ibama, ainda no tempo da ministra Marina Silva e depois de exaustivos estudos e pesquisas, apurou que 1.472 espécies vivas da flora e da fauna no Brasil estão ameaçadas de extinção.

No entanto, foi oficialmente divulgado que o número era de apenas 472 espécies. Esse informe falso foi proveniente de pressão de gabinetes da presidência da República, alegando que aquele número iria refletir negativamente para o Brasil junto aos órgãos internacionais.

A cada hora uma espécie é assassinada por ação humana e motivos extremamente fúteis, como o simples prazer de praticar a caça como esporte. E existem muitos outros exemplos igualmente fúteis como esses, por exemplo:
– Na luta de sumô, no Japão, tido como civilizado, os contendores, para ter êxito no tablado, bebem sangue de tartaruga preta, degoladas minutos antes dos enfrentamentos. Os japoneses, aliás, são campeões em matança de tartarugas, baleias e outros mamíferos aquáticos;

– Relatório recente do Centro Nacional de Pesquisas e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP) informa que a “onça-pintada da caatinga nordestina, estimada em 356 exemplares, está próxima de desaparecer (serem assassinadas) dentro de três anos, por perda do seu hábitat.” Na verdade, não há perda de habitat. Há é ocupação e destruição do habitat dessa espécie pela construção do progresso em atendimento aos interesses antropocêntricos;
– O almiscareiro, simpático animal ruminante da família dos cervídeos, é intensamente perseguido e assassinado para extração de uma glândula odorífera que possui, chamada de almíscar, usada na fixação de perfumes que vão satisfazer as vaidades femininas.

A tragédia não se restringe apenas às fronteiras brasileiras. O número de espécies ameaçadas de extinção no planeta é realmente ignorado. Conhece-se, no entanto, que as já extintas, só no mês de janeiro de 2010, chegam a 1.600.

(Fonte Animais SOS. ORG)